A morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, tem sido o sonho dos falcões de guerra de Washington há décadas. Tropas americanas também estão mortas, e Donald Trump e seus aliados estão ignorando as perdas, escreve o colunista político Ross Barkan. "O segundo mandato de Trump parece representar o retorno, em pleno poder, desse consenso de política externa de direita pré-MAGA", escreve Barkan. "Trump é menos sutil que George W. Bush e, ironicamente, um pouco menos ambicioso — um regime Bush poderia ter lançado tropas americanas em Caracas para iniciar a ocupação total — mas os ataques ao Irã e à Venezuela, sendo o primeiro coordenado com Israel, se encaixam bem no legado de Bush." Há uma lógica política sombria nas aventuras militares desta administração na Venezuela e no Irã e na ameaça abortada de tomar a Groenlândia, argumenta Barkan. À medida que a popularidade de Trump despenca em casa, suas políticas de imigração e econômicas são amplamente consideradas um fracasso pelo povo americano, ele passou a semear o caos no exterior. Leia a coluna completa: